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Pais perdoam motorista que atropelou e matou o filho deles

Menino de 3 anos foi esmagado em muro de igreja, na última sexta-feira

Ana Luiza Menezes - 03/11/2020 18h53

Arthur Ferreira, 3 anos, foi esmagado contra o muro Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Os pais do pequeno Arthur Ferreira, de 3 anos, morto após ser atropelado, disseram que perdoam o motorista do carro que atingiu a criança. O condutor de 28 anos foi preso suspeito de estar dirigindo bêbado.

Arthur foi esmagado contra o muro da igreja onde os pais são pastores, em Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia (GO). Ele estava sentado em um banco, na calçada da igreja, no momento em que o veículo surgiu. As informações são do portal G1.

O caso aconteceu na última sexta-feira (30). O motorista foi identificado como Rainer Campos Correia, que usava tornozeleira eletrônica e foi preso em flagrante.

Apesar da tragédia, Stannylo Soares Ferreira, pai da criança, disse que não tem desejo de vingança. Ele e Alcione Soares Ferreira, mãe do menino, afirmaram que perdoam Rainer.

– O sentimento meu é de perdão por esse rapaz que fez isso com meu filho. Eu sei que a justiça humana requer dele que ele pague o que ele fez aqui na erra. De acordo com a Justiça dos homens, ele vai ter que pagar. Mas o que a Bíblia ensina é que eu devo perdoá-lo. É isso que nós pregamos na nossa igreja, o perdão. Se eu tivesse a oportunidade de chegar até ele, eu liberaria o perdão a ele pelo que ele fez – falou Stannylo.

– Agora não tem mais jeito. Ele viu o estado que eu peguei meu filho, ele olhou para ele, meu filho todo quebrado, sangrando. Que ele possa refletir e pensar no que ele fez, se arrepender, talvez ele tenha filho também e se coloque no nosso lugar – avaliou a mãe de Arthur.

A criança chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu. O Corpo de Bombeiros informou que outras cinco pessoas foram atingidas pelo carro de Rainer, entre elas uma adolescente, que foi parar na Unidade de Pronto Atendimento de Senador Canedo, mas foi liberada após o atendimento.

No domingo (1º), a juíza Christiane Gomes Falcão Wayne decidiu manter Rainer preso após considerar que os autos apontaram que a embriaguez foi confirmada por laudo de Exame de Corpo de Delito.

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