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Pai que matou filho no DF ficou ao lado do corpo após o disparo

Marcelo Machado Guedes teria matado o filho após tentar intervir em uma discussão dele com a nora

Paulo Moura - 28/07/2021 13h54 | atualizado em 28/07/2021 14h03

Jerzley Guedes morreu após ser baleado pelo pai Foto: Reprodução/Redes Sociais

O pai que matou o filho com um tiro no peito após uma discussão, na madrugada desta quarta-feira (28), em Ceilândia Sul, no Distrito Federal, ficou ao lado do corpo da vítima após disparar contra ele. Marcelo Machado Guedes, de 50 anos, teria matado Jerzley Guedes, de 32, após um desentendimento que teria relação com uma agressão envolvendo o filho e a nora.

De acordo com informações divulgadas pelo site Metrópoles, e que constam na ocorrência policial, o pai colocou a arma no chão assim que a Polícia Militar chegou ao local do homicídio. Marcelo acabou preso em flagrante. Jerzley era profissional de informática.

Os agentes que atenderam ao chamado para averiguar o disparo de arma de fogo ainda relataram que, quando chegaram ao endereço, foram recebidos pelo porteiro do prédio, que indicou um apartamento do 4° andar como local do crime.

Quando entraram no imóvel, os policiais encontraram a vítima recebendo massagem cardíaca, realizada por um vizinho. Testemunhas disseram que os disparos foram ouvidos após uma discussão na residência. A esposa de Jerzley presenciou o crime e, segundo informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), será ouvida ainda nesta quarta-feira.

De acordo com o delegado-chefe da 15ª DP, Antônio Dimitrov, responsável pela investigação, o pai da vítima, após ser preso em flagrante, foi levado para a unidade policial e permaneceu em silêncio. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) tentou socorrer a vítima, mas o homem não resistiu aos ferimentos.

Informações preliminares sobre o ocorrido apontam que a vítima teria agredido a mulher, e o pai tentou intervir. A PCDF informou que, quando os policiais militares chegaram ao local do crime, a mulher estava transtornada e, por isso, os PMs não tiveram condições de apresentá-la na delegacia para ser ouvida.

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