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Pai é alvo de ameaças após denunciar ideologia de gênero

Paulistano foi vítima de discurso de ódio e teve rede social derrubada

Camille Dornelles - 14/09/2018 10h42 | atualizado em 14/09/2018 11h32

Leoni Marinho com a filha Foto: Reprodução Facebook

O paulistano Leoni Marinho, que denunciou o ensino de ideologia de gênero na sala de sua filha de 4 anos, afirmou que foi vítima de ameaças e discurso de ódio. Nesta sexta-feira (14), ele revelou ao Pleno.News que seu perfil do Facebook foi alvo de protestos e acabou bloqueado por dez dias.

– Logo que o vídeo foi lançado, muitas pessoas da esquerda falaram que iam me denunciar. Aqueles que apoiam a ideologia de gênero dentro da sala de aula vieram, com discurso de ódio mesmo, contra mim. Eles falaram que eu não era um pai decente para a Aisha e vários outros absurdos. E aí recebi uma grande quantidade de denúncias no perfil e o Facebook acabou me bloqueando por alguns dias – relatou ao portal.

Ele afirmou que essa foi a primeira vez que esse tipo de retaliação aconteceu e, por isso, acredita que o motivo foi mesmo a repercussão de sua denúncia.

O CASO
Leoni publicou um vídeo no dia 30 de agosto de sua filha Aisha, de 4 anos, falando sobre ensinos que recebeu em sala de aula. Sua professora havia afirmado que “meninos podem usar vestido, pintar a unha e usar brinco”.

O pai, que não concorda com o ensino da ideologia de gênero, foi até o colégio e pediu explicações, mas ouviu da diretoria que nada poderia ser feito. Ele chegou a relatar o caso para a Câmara Municipal de São Paulo, que entrou com uma ação contra o colégio EMEI Monteiro Lobato, no bairro paulistano de Higienópolis.

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