Leia também:
X STF: MP do Rio recorre de decisão favorável a Flávio Bolsonaro

Operação contra fraudes e cartel de material escolar prende 15

Além dos mandados de prisão, agentes também cumpriram mais de 90 mandados de busca e apreensão

Pleno.News - 02/02/2021 14h46 | atualizado em 02/02/2021 15h30

Operação contra fraudes em materiais escolares resultou em 15 pessoas presas Foto: Divulgação

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagrou, na manhã desta terça-feira (2), a Operação Dólos para investigar suposto esquema de fraudes envolvendo empresas do setor de confecção de uniformes e de fornecimento de material escolar, situadas em várias regiões do Estado. Segundo os promotores, os valores dos contratos dessas companhias com os órgãos públicos ultrapassam R$ 40 milhões.

Agentes cumpriram 15 mandados de prisão temporária e mais de 90 mandados de busca e apreensão em 25 municípios do estado, tendo como alvo 24 empresas, 12 prefeituras e diversas pessoas físicas. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Orlândia e pela 6ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça.

A promotoria indica que as investigações que culminaram na Dólos tiveram início após a deflagração da operação Loki no interior do Estado, quando foram verificados indícios de um cartel envolvendo empresas dos municípios de Orlândia e Itanhaém nas licitações de fornecimento de uniformes e materiais escolares.

– Com o prosseguimento das investigações, apurou-se que o esquema fraudulento envolve inúmeras empresas do setor de confecção de uniforme e de fornecimento de material escolar, situadas em várias regiões do estado, sendo que várias dessas empresas são apenas de fachada, enquanto outras estão em nome de laranjas, para ocultar os verdadeiros responsáveis pelo esquema – explicou o MP.

De acordo com os promotores, para obter as licitações envolvendo o fornecimento de materiais e uniformes escolares, o grupo corrompia servidores públicos – os quais inseriam cláusulas nos editais que direcionavam a contratação – ou, então, os integrantes da organização criminosa “se ajustavam com outras empresas situadas em várias regiões do estado de São Paulo e combinavam de fracionar o objeto da licitação, para que todas as empresas ganhassem parte do certame.

*Estadão

Leia também1 SP: "Dono" de festa terá de pagar multa e comprar respirador
2 "Que se ergam 'Flavianes' no Brasil em defesa de crianças"
3 Camila Queiroz e Klebber Toledo apresentarão reality na Netflix
4 Presidente do Uruguai fará 1ª visita oficial a Jair Bolsonaro
5 Samuel Messias renova contrato com a MK: "Promessa de Deus"

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.