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Mulher em coma há 21 anos pode ser criança desaparecida no ES

Familiares aguardam os resultados de exames genéticos

Thamirys Andrade - 05/08/2021 17h29 | atualizado em 05/08/2021 17h52

MP investiga se Clarinha, mulher em coma há 21 anos, é criança desaparecida nos anos 70
Clarinha entrou em estado vegetativo depois de sofrer atropelamento em 2000 Foto: Reprodução | TV Gazeta

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) investiga se Clarinha, mulher sem registro oficial, em coma há 21 anos no Hospital da Polícia Militar (HPM), pode ser, na verdade, Cecília, uma criança mineira sequestrada em 1976.

Clarinha ficou em estado vegetativo após sofrer um atropelamento em junho de 2000. Já Cecília São José de Faria desapareceu em 1976, quando tinha 1 ano e 9 meses, durante um passeio com a família. Os parentes da menina agora aguardam os resultados de exames genéticos.

A possibilidade de ambas se tratarem da mesma pessoa surgiu após uma equipe de papiloscopistas realizar um processo de comparação facial em bancos de dados de pessoas desaparecidas e constatar haver “compatibilidade”.

– Após essa coleta mais recente, iniciada com o processo de comparação facial, o MPES enviou o material genético para a Polícia Civil de Minas Gerais, que mantém arquivado o perfil genético dos pais da criança desaparecida em Guarapari. O Ministério Público capixaba solicitou a comparação entre os perfis genéticos e, neste momento, aguarda o resultado dos procedimentos adotados pela Polícia Civil mineira – detalhou o MP.

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