Leia também:
X Dado como exclusivo, vídeo de reunião com médicos está nas redes de Bolsonaro

MP investiga relação entre grupo criminoso e ‘direitos humanos’

Mensagens apontam que facção teria pagado por denúncias de instituições sobre o sistema prisional Brasil em Cortes de direitos humanos

Pleno.News - 04/06/2021 19h45 | atualizado em 04/06/2021 19h46

MP investiga relação entre grupo criminoso e ‘direitos humanos’ Foto: EFE/ Sebastião Moreira

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) apura uma suposta relação entre institutos de defesa de direitos humanos e uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios em São Paulo. De acordo com o órgão, integrantes da facção pagavam por denúncias contra o Brasil em cortes internacionais de direitos humanos contra uma portaria que proibiu visitas íntimas nas unidades prisionais.

Um dos investigados pelo MP e pela polícia é um integrante da alta hierarquia da facção, que teria utilizado recursos para pagar advogados e instituições que representam os direitos humanos. De acordo com o MP, essas instituições apresentariam denúncias nas Cortes internacionais para conseguir “benefícios” para os presos.

De acordo com o portal G1, foram encontradas mensagens no celular de Décio Português, membro da alta hierarquia do Primeiro Comando da Capital (PCC), falando em pagamentos para esses institutos.

Entre eles estão R$ 1 milhão para alguém identificado como Nicodemos, R$ 1,5 milhão para um advogado entrar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) junto ao PT e ainda R$ 700 mil para o Instituto Anjos da Liberdade.

Leia também1 Dado como exclusivo, vídeo de reunião com médicos está nas redes de Bolsonaro
2 Eduardo Bolsonaro registra B.O por ameaças contra sua filha
3 Amado Batista chama Lula de "ladrão" e defende Bolsonaro
4 Eduardo critica Lei Paulo Gustavo: "Covidão da Cultura"
5 Renan: CPI pretende convocar Carlos Bolsonaro para depor

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.