Leia também:
X Olavo prevê fim do governo Bolsonaro ‘se continuar assim’

Ministério Público pede prisão de pastor que abusou de fiéis

Homem responde por estupro e violação sexual mediante fraude

Camille Dornelles - 17/03/2019 15h47 | atualizado em 18/03/2019 16h22

Paulo Giovani Moraes Foto: Reprodução

O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão do pastor Paulo Giovani Moraes, da Segunda Igreja Batista em Vieira Fazenda, no Jacaré, Zona Norte da capital. Ele foi preso na terça-feira (12) acusado de abusar sexualmente de fiéis de uma igreja.

Segundo a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Duque de Caxias (Deam), os policiais encontraram ele em um imóvel na Rua Antimônio, no Parque Aliança, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense.

O MP-RJ aponta que as vítimas seriam menores de idade. Uma delas foi um adolescente que sofreu abusos constantes dentro da igreja entre os anos de 2015 e 2018. A mãe desconfiou do comportamento do filho e rastreou as mensagens do celular dele.

– Eu notava que ele, à noite, ficava muito no celular, demorava a dormir. Comecei a me preocupar. Diante disso, eu falei: tenho que arrumar um jeito de colocar alguma coisa no WhatsApp para ver o que ele conversa. Foi um choque muito grande porque, onde eu sentia segurança, foi onde foi minha decepção – declarou a mãe ao MP.

O pastor responde a dois inquéritos policiais, um por estupro e outro por violação sexual mediante fraude. As investigações apontaram que em um dos casos ele teria ido até a residência de uma vítima para orar e se aproveitou da crença da mulher para praticar o crime. O homem também teria abusado de outras três vítimas. Uma delas não quis denunciar, por medo.

Leia também1 RJ: Pastor é preso acusado de abusar sexualmente de fiéis
2 Cardeal é condenado a 6 anos de prisão por pedofilia
3 Justiça de Goiás concede habeas corpus a João de Deus

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.