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Minas Gerais confirma 3ª morte por raiva humana em um mês

Caso mais recente é de menina indígena de 12 anos que estava internada desde o início de abril

Paulo Moura - 03/05/2022 16h07 | atualizado em 03/05/2022 16h31

Adolescentes foram contaminados pela raiva após serem mordidas por morcego Foto: Pixabay

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou, nesta segunda-feira (2), o terceiro caso de morte por raiva humana no estado em menos de um mês. O óbito mais recente aconteceu na última sexta (29) com uma menina indígena de 12 anos que estava internada desde o início de abril em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João Paulo II, no Centro de Belo Horizonte.

O caso da adolescente indígena foi notificado no dia 5 de abril, quando ela fez os exames para detectar se estava com a doença. Duas semanas depois, no dia 19 de abril, o resultado da análise confirmou o diagnóstico de raiva humana.

As outras duas mortes em Minas Gerais aconteceram no dia 4 de abril, com um adolescente de 12 anos, e no dia 17 de abril, com uma criança de 5 anos. As três vítimas que morreram viviam em uma aldeia indígena que fica na cidade de Bertópolis. Segundo os registros da secretaria mineira, os dois adolescentes de 12 anos que morreram foram mordidos pelo mesmo morcego.

Um outro caso suspeito, e que permanece em investigação pela pasta estadual, foi notificado no dia 21 de abril. A paciente em questão é uma menina de 11 anos, que apresentou sintomas como febre e dor de cabeça. A criança continua internada em um leito clínico, estável e em observação.

O QUE DIZ A SECRETARIA DE SAÚDE
A pasta de Saúde informou que enviou, no último dia 24 de abril, doses da vacina antirrábica humana para a região. Além disso, a secretaria também mandou soro antirrábico humano para a população exposta e vacina antirrábica animal para cães e gatos da região.

A secretaria ainda tem orientado que, caso ocorra qualquer incidente com animais mamíferos silvestres ou domésticos, sobretudo morcegos, cães e gatos, é importante procurar a unidade de saúde mais próxima para que a necessidade de adoção de medidas profiláticas, como administração de vacina e soro, seja avaliada.

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