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“Milagre”: Bebê sobrevive mesmo após bolsa romper no 3° mês

Mãe da criança recusou aborto e conseguiu manter a gestão até o sétimo mês

Thamirys Andrade - 05/01/2023 13h21 | atualizado em 05/01/2023 15h18

Caso ocorreu em Ceilândia, no Distrito Federal Foto: Arquivo pessoal

A jovem Kathleen Damaceno, de 23 anos, e seu filho Noah Maxwell, de 6 meses, viveram uma história de luta, esperança e superação durante a gravidez. Acontece que no terceiro mês de gestação, a mãe teve a bolsa amniótica rompida, mas se recusou a abortar o bebê. Acompanhada por médicos, a jovem conseguiu manter a gravidez e dar à luz quatro meses depois, quando Noah já era viável fora do útero.

De acordo com relato de Kathleen ao portal Metrópoles, ela estava em sua residência em março de 2022 quando sentiu o líquido escorrer. Ao ser levada às pressas ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), no Distrito Federal, os médicos constataram o rompimento da bolsa e a orientaram a interromper a gravidez.

– Os médicos me informaram que era inviável, que eu teria de fazer um procedimento abortivo – explicou.

De acordo com os profissionais de saúde, ainda que Kathleen não entrasse em trabalho de parto, Noah poderia ter o desenvolvimento de seus órgãos comprometidos, pois o líquido amniótico serve para proteção do feto. Além disso, a própria mãe corria riscos de vida, podendo ser vítima de uma infecção uterina.

Mesmo sabendo dos riscos, a jovem optou por seguir com a gestação, sendo acompanhada de perto pelos médicos. Kathleen conseguiu manter o bebê até a 28ª semana, dando à luz ao filho em julho de 2022.

– Ele não tinha batimentos cardíacos. Ficou dois dias intubado, três na ventilação de oxigênio e na fototerapia por duas semanas. Depois, só continuou na sonda, com uso de acesso venoso para [receber] medicamentos – detalhou.

Apesar das dificuldades, o pequeno Noah conseguiu sobreviver e se desenvolver como um bebê saudável. Atualmente com 6 meses, ele é celebrado pela família como um verdadeiro “milagre”.

– O Noah representa, para nossa família, um milagre. Milagre porque o caso dele é raro. Representa esperança, vida. Não fui eu quem lutou pelo Noah. Foi ele que lutou por ele mesmo. Ele sempre quis ter vida e estar aqui com a gente – assinalou Kathleen.

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