Menino Édson pediu prancha e foi avisado sobre mar agitado
Aviso teria sido dado por dono de barraca vizinha a do pai da criança
Paulo Moura - 06/01/2024 14h18 | atualizado em 08/01/2024 17h28

Horas antes de desaparecer na última quinta-feira (4), na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o menino Édson Davi Silva Almeida, de 6 anos de idade, teria pedido uma prancha de bodyboard emprestada ao dono de uma barraca vizinha a de seu pai. O homem, por sua vez, teria informado que não iria ceder o equipamento, porque o mar estava agitado.
De acordo com informações publicadas pelo portal G1, o barraqueiro disse que o local estava com ondas grandes e duas bandeiras vermelhas indicavam uma enorme vala naquele trecho da praia. Conforme a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), a criança chegou a brincar sozinha na beira do mar naquele mesmo dia, mas foi alertada para se afastar da água.
Por meio das imagens obtidas pela polícia, os investigadores descobriram que a criança saiu da barraca do pai, que fica em frente ao posto de salva-vidas, andou cerca de 100 metros pelo calçadão até outro quiosque e depois desceu novamente para a areia. Pouco depois, o menino desapareceu.
Os agentes seguem analisando imagens da região e ouvem testemunhas para localizar a criança. O Corpo de Bombeiros, por sua vez, realiza buscas no mar. Por enquanto a principal linha da polícia é a de que o menino tenha entrado no mar. No entanto, a família acredita que o garoto possa ter sido levado por alguém.
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