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Laudo comprova que porteiro mentiu sobre Bolsonaro

Parecer da polícia mostra que depoente não foi quem falou com o presidente no interfone

Camille Dornelles - 11/02/2020 14h28 | atualizado em 11/02/2020 14h43

Condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro Foto: Reprodução

Um laudo da Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgado nesta terça-feira (11) contesta a história do porteiro do condomínio Vivendas da Barra sobre envolvimento do presidente Jair Bolsonaro com a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).

O parecer da polícia, assinado por seis peritos, mostrou que depoente não foi quem falou no interfone. Além disso, comparação dos arquivos de áudio comprovou que a pessoa que autorizou a entrada de Élcio de Queiroz no condomínio foi o policial Ronnie Lessa. O condomínio é o mesmo em que moram o presidente Jair Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).

Após o primeiro depoimento do porteiro, ele voltou a falar com os investigadores e então negou sua versão para a Polícia Federal. Ele disse que errou ao atribuir o presidente a liberação da entrada no condomínio.

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