“Justiça precisa ser feita”, diz pai de professora morta em piscina
Academia da Zona Leste de São Paulo foi interditada
Monique Mello - 09/02/2026 15h34 | atualizado em 09/02/2026 18h14

Desolado, o pai de Juliana Faustino Bassetto clama por justiça. A professora de 27 anos morreu no último sábado (7), após aulas de natação em uma unidade da rede C4 Gym no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo.
– Essa justiça deve ser feita não para termos de valor – a gente não quer saber de nada, nada – é para não acontecer com mais ninguém, com ninguém. Porque o que aconteceu aí pode acontecer futuramente com alguém… Pelo que fiquei sabendo, [usaram] ozônio, que é muito forte dependendo da quantidade e dosagem – disse Ângelo Augusto Bassetto à TV Globo.
– Eu não tenho o que falar, porque tudo que vejo na minha casa eu vejo ela… meu filho é o único que está se segurando. Porque eu e a minha esposa… eu não consigo… tá me doendo tanto – declarou, muito abalado.
Ângelo compartilhou que, segunda a médica que atendeu sua filha, o produto químico usado na academia foi para parte do pulmão da vítima.
Juliana praticava aula de natação junto com seu marido, Vinicius de Oliveira, que está internado em estado grave.
Uma rapaz que fazia aulas de natação com Juliana Bassetto, que morreu após sair da piscina da academia C4 Gym, em Parque São Lucas, São Paulo, disse que o ambiente das aulas ficou “impossível de respirar” e que sentiu “queimar os pulmões”.
Segundo a polícia, a academia não tinha alvará de funcionamento e foi interditada pela Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo.
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