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Irmã de Anderson do Carmo: ‘Não quero assunto com ela’

Ela afirmou que não pretende ver a cunhada, a cantora Flordelis

Natalia Lopes - 30/06/2019 21h09 | atualizado em 01/07/2019 10h27

Flordelis e Anderson do Carmo Foto: Reprodução

Michelle de Carmo, a única irmã do pastor Anderson do Carmo, afirmou que não pretende ver a cunhada, a pastora, cantora e depurada federal, Flordelis. A declaração foi dada ao programa Domingo Espetacular, da Record TV, neste domingo (30).

– Não quero assunto com ninguém na casa. Não quero assunto com ela [Flordelis]. não pretendo ver ela tão cedo na minha frente. Eu tô com ódio e tô pedindo a Deus para limpar o ódio que tá no meu coração, é uma revolta muito grande – declarou.

Michele do Carmo Foto: Luciano Belford

A irmã de Anderson contou ainda que falou com o irmão na véspera do crime e que eles se encontrariam no domingo, dia em que ele foi assassinado.

– Na semana da morte ele estava muito alegre, muito feliz. Estava ligando direto para mim e para a minha mãe, falando que amava ela. Parecia que ele estava se despedindo, sentindo que algo ia acontecer com ele – disse.

Única irmã de Anderson do Carmo, Michelle quer justiça e para isso contratou um advogado para acompanhar o caso em seu nome.

– Eu acho que foi por causa de dinheiro (…) Doa a quem doer, eu só quero que seja esclarecido. Se ela tiver alguma coisa na morte do meu irmão, vai vir a tona – concluiu.

O CASO
O pastor Anderson do Carmo foi assassinado na madrugada de domingo (16) na garagem de casa, em Pendotiba, Niterói, no Rio de Janeiro. O laudo mostrou 30 perfurações pelo corpo, a maior parte nas costas, peito e região da virilha. Anderson era casado há 25 anos com Flordelis, pastora e deputada federal pelo Rio de Janeiro. Sempre ao lado da esposa, ele atuava como secretário-geral do PSD no Estado.

Dois filhos da pastora estão presos preventivamente, Lucas dos Santos, de 18 anos, e Flávio dos Santos Rodrigues, de 38 anos. O mais velho assumiu ter efetuado seis tiros. Lucas teria ajudado comprando a arma, mas não estaria em casa no momento dos disparos. Os agentes ainda estão investigando os pontos contraditórios.

Um terceiro filho teria afirmado, em depoimento, que não ouviu discussão, barulho de carro ou moto em fuga. Que quando chegou na cena do crime encontrou o irmão Flávio próximo ao pai, caído. Ele garantiu ainda que o celular de Anderson, que está sumido, foi entregue a Flordelis.

Ainda em depoimento, o filho disse que o pastor já recebeu uma mensagem com ameaça de morte e uma das irmãs ofereceu R$ 10 mil a Lucas para que cometesse o crime. Flordelis e três filhas já teriam colocado remédios na comida de Anderson, por isso, sua saúde estava debilitada.

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