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IBDR sai em defesa de professor da UFRN após ataques de alunos

Coletivo de estudantes pede a saída do pastor Tassos Lycurgo da instituição

Leiliane Lopes - 19/01/2026 16h27 | atualizado em 19/01/2026 17h23

Tassos Lycurgo Foto: YouTube Tassos Lycurgo

O Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) divulgou nota pública, neste domingo (18), em defesa do professor Tassos Lycurgo, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), após campanha nas redes e denúncia formal pedirem sua retirada do quadro docente da instituição.

A entidade afirma que o caso representa ameaça às liberdades de consciência, crença e expressão. Para o instituto, a iniciativa de alunos e grupos ideológicos fere direitos garantidos pela Constituição.

O IBDR informa que a denúncia foi apresentada por estudantes, centros acadêmicos e movimentos políticos, com ampla divulgação nas redes sociais. O pedido é pela expulsão do docente da universidade.

– O IBDR vem a público manifestar a presente NOTA PÚBLICA em favor da Liberdade de Consciência e de Crença, bem como da Liberdade de Cátedra do Professor Titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e Ministro Religioso (pastor da Igreja Defesa da Fé) – diz a nota.

E continua:

– O IBDR entende que a denúncia representa grave ameaça às liberdades constitucionais, especialmente: à liberdade religiosa, à liberdade de consciência, e à liberdade de expressão.

Tassos Lycurgo é professor titular do Departamento de Artes da UFRN e também atua como pastor. Ele diz que passou a ser alvo de ataques por causa de sua fé e de suas posições políticas.

– Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo político nacional para exigir a minha expulsão. De forma articulada, estão publicando notas em todos os grupos do WhatsApp da UFRN, assim como nas mídias sociais. O motivo? Não toleram uma opinião divergente – declarou.

Um coletivo de alunos acusa o docente de falas consideradas ofensivas e afirma que Lycurgo teria divulgado conteúdos que, segundo o grupo, seriam inadequados. O mesmo coletivo lançou um abaixo-assinado e protocolou denúncia na Ouvidoria da universidade.

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