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Governo anuncia liberação de parte de rodovias federais

Protestos começam a se desmobilizar após pedidos do presidente e do ministro da Infraestrutura

Thamirys Andrade - 09/09/2021 12h38 | atualizado em 09/09/2021 13h04

Estradas caminhoneiros
BR-101, no Espírito Santo Foto: Reprodução / Twitter

O Ministério da Infraestrutura divulgou, na manhã desta quinta-feira (9), um boletim com uma lista de rodovias federais liberadas após os bloqueios realizados por caminhoneiros. Eles protestam contra do Supremo Tribunal Federal (STF) e a favor do governo Bolsonaro.

O Ministério destacou que, até as 11h, foram registrados pontos de concentração em rodovias federais de 14 estados, mas com bloqueios em apenas cinco: Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

A pasta informou ainda que o trânsito está liberado nos estados do Espírito Santo, de Goiás, do Mato Grosso, do Pará, do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Rondônia, de Roraima e do Tocantins, mas ainda há abordagem a veículos de cargas.

Foram liberadas as seguintes vias:
– BR-116/Bahia (Feira de Santana)
– BR-101/Bahia
– BR-101/Sergipe
– BR-101/Espírito Santo
– BR-101/Pernambuco (Igarassu)
– BR-116/Rio Grande do Sul (Vacaria e Turuçu)
– BR-392/Rio Grande do Sul (Pelotas)
– BR-040/Minas Gerais
– BR-116/Rio de Janeiro (Dutra/Barra Mansa)
– BR-040/Janeiro (sede da Reduc)
– BR-376/Paraná
– BR-153/Goiás (Anápolis)

Em áudio, o presidente Jair Bolsonaro pediu que os caminhoneiros liberem as estradas do país, argumentando que o bloqueio das rodovias “atrapalha a economia” e “prejudica todo mundo, em especial os mais pobres”.

– Deixa com a gente, em Brasília, aqui e agora. Mas não é fácil negociar e conversar por aqui com autoridades. Não é fácil. Mas a gente vai fazer a nossa parte aqui e vamos buscar uma solução para isso. Tá ok? E aproveita, em meu nome, dá um abraço em todos os caminhoneiros – completou o chefe do Executivo, que se reunirá nesta quinta-feira (9), em Brasília, com um grupo de caminhoneiros para discutir o tema.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, também fez um apelo destacando que a paralisação nas estradas levará ao agravamento da crise econômica.

– A gente sabe que há uma preocupação de todos com a melhoria da situação do país. Há uma preocupação de todos com a resolução de problemas graves. Mas a gente não pode tentar resolver um problema criando outro. E, principalmente, prejudicando os mais vulneráveis. Daí a preocupação do presidente da República – assinalou Freitas.

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