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Globoplay prepara produção de documentário sobre Flordelis

Ex-deputada está presa desde agosto do ano passado acusada de ser a mandante da morte do pastor Anderson do Carmo

Paulo Moura - 10/03/2022 08h20 | atualizado em 10/03/2022 09h22

Ex-deputada federal Flordelis Foto: Reprodução/TV Globo

A plataforma de streaming da Globo, o Globoplay, está produzindo um documentário sobre a ex-deputada federal Flordelis. Ela está presa desde agosto do ano passado acusada de ser a mandante do assassinato do marido, Anderson do Carmo, morto em junho de 2019. A informação sobre a produção é da colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo. Segundo a colunista, o projeto está em fase de pesquisas.

Flordelis foi denunciada em agosto de 2020 pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por, segundo os promotores, “arquitetar o homicídio” do pastor Anderson do Carmo. Além de “arregimentar e convencer o executor direto”, o filho Flávio dos Santos, “e os demais acusados a participarem do crime sob a simulação de ter ocorrido um latrocínio”.

Na ocasião da apresentação da denúncia pelo MPRJ, Flordelis não foi presa, pois ainda possuía um mandato eletivo, o de deputada federal. O mandato acabou sendo cassado com 437 votos favoráveis no dia 11 de agosto do ano passado. Após a decisão tomada pelo Plenário da Câmara, a juíza Nearis dos Santos Arce decretou a prisão da ex-deputada, o que ocorreu dois dias depois, em 13 de agosto.

DESEMBARGADOR MANTÉM DECISÃO SOBRE JÚRI POPULAR
Em 15 de janeiro deste ano, o desembargador Marcus Basílio, da 2ª Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Rio, negou dois recursos da ex-deputada federal Flordelis. Nos pedidos, a defesa questionava a sentença que determinou o julgamento de Flordelis em júri popular por ser a mandante da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo.

O desembargador, porém, entendeu que os procedimentos não eram cabíveis e não admitiu os recursos especial e extraordinário apresentados pela defesa da ex-parlamentar, da filha afetiva dela, Marzy Teixeira da Silva, e de sua neta Rayane dos Santos de Oliveira, que seriam enviados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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