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Ele havia acabado de ser reincorporado após acusação de deserção

Gabriela Doria - 14/08/2020 21h47 | atualizado em 14/08/2020 22h26

Gabriel Monteiro deixou a PM Foto: Reprodução

Uma semana após ser reintegrado à Polícia Militar do Rio de Janeiro, Gabriel Monteiro afirmou, nesta sexta-feira (14), que pediu licença da corporação para se dedicar à vida política.

– Realmente hoje é meu último serviço na Polícia Militar. Ou eu saio de cabeça erguida ou não terá outra opção, eu vou ser destruído pelo sistema. E já foi falado que minha destruição é certa. Então eu tenho que ser sábio e não deixar que pessoas que não são dignas acabem com minha história – declarou em um vídeo no YouTube.

Na mesma publicação, Gabriel relembra polêmicas que levantou dentro da Polícia Militar, uma delas sendo a acusação que fez ao coronel da reserva Ibis Pereira sobre suas possíveis ligações com o tráfico do Complexo da Maré. O agora youtuber também apontou perseguições dentro da corporação e punições administrativas forjadas.

Gabriel também justifica sua saída da PM como uma forma de proteção e de garantir a fiscalização das leis.

– Eu só tenho uma maneira para vencer esse sistema: utilizar a lei. Eles não vão me destruir. E a única maneira que eu posso fazer para não ser destruído e começar a fiscalizar o dinheiro público que vai para a polícia, é me blindar em um cargo onde vou ter mais proteção e trabalhar melhor. Assim, essas covardias não vão mais poder acontecer.

Em nota, a Polícia Militar do Rio de Janeiro afirmou que o policial “solicitou licença para tratar de interesse particular em virtude de candidatura a cargo eletivo, sendo concedida pela corporação”.

EXPULSÃO E REINTEGRAÇÃO
Nos últimos dias, Gabriel Monteiro foi expulso por deserção e logo em seguida reincorporado. A PMERJ afirmou que o então soldado havia faltado ao serviço por dias seguidos e, em razão disso, responderia pelo crime de deserção.

Ele foi reintegrado à PM após dois dias.

Na ocasião, a polícia afirmou que, mesmo reintegrado, ele continuaria respondendo pelo crime de deserção e também a uma ação disciplinar por quebra de hierarquia, após a acusação feita ao coronel Ibis Pereira.

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