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Estátua do Cristo Redentor é ‘vestida’ com bandeira chinesa

Ação foi alvo de críticas em razão do país asiático ser conhecido por fazer forte perseguição aos cristãos

Paulo Moura - 14/04/2020 13h59 | atualizado em 14/04/2020 14h16

Cristo Redentor vestiu bandeira da China Foto: Reprodução

Uma projeção da bandeira chinesa na estátua do Cristo Redentor, durante o último domingo de Páscoa (12), causou polêmica e rendeu críticas aos responsáveis pelo local. O motivo é o fato da China ser um dos países com maior perseguição aos cristãos no mundo.

O episódio aconteceu durante uma homenagem aos profissionais de saúde que atuam no combate ao coronavírus pelo mundo. O ato começou com a projeção de um jaleco na estátua e um vídeo em que enfermeiros e médicos exibiam cartazes que formavam a frase “Nós estamos aqui. Fiquem em casa por nós”.

Após esse momento, bandeiras de diversos países começaram a ser projetadas no Cristo Redentor e a primeira delas foi justamente a da China sob a justificativa do país ser o epicentro do vírus.

Para Renato Vargens, pastor da Igreja Cristã da Aliança e colunista do Pleno.News, a dita “homenagem” não se justifica, já que o país asiático é conhecido por ser um dos países que mais persegue cristãos, com atos como destruição de igrejas e, ultimamente, a proibição de cultos online, mesmo durante o momento de isolamento social.

– Apesar de ser um dos países que mais persegue cristãos em todo o mundo a ditadura chinesa tem aproveitado a desculpa da pandemia para destruir igrejas, regular publicações sobre suas políticas religiosas na internet e banir cultos online. Todavia, aqui no Brasil, o Cristo Redentor, o símbolo nacional mais conhecido no mundo, “veste a camisa” chinesa – declarou.

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