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Duas professoras são presas por pichação antiBolsonaro em MG

Mulheres foram surpreendidas por policiais que faziam patrulha na madrugada

Monique Mello - 25/06/2022 16h11 | atualizado em 27/06/2022 10h26

Pichação contra Bolsonaro Foto: Reprodução/Redes Sociais

Duas professoras foram presas na madrugada de quinta-feira (23), em Montes Claros, no norte de Minas Gerais, sob suspeita de pichação em muro contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Uma equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento nas proximidades do Parque de Exposições por volta das 3 horas, quando avistou o muro com uma pichação em tinta fresca vermelha com a frase: “Abaixo o governo militar genocida de Bolsonaro. Morte ao latifúndio”.

De acordo com a PM, as duas mulheres, de 39 e 43 anos, estavam próximas ao local e “largaram ao solo algum objeto e passaram a andar rapidamente (…), indo em direção à linha férrea próximo de um local já conhecido pelo comércio de entorpecentes”.

Quando abordadas, as mulheres negaram ter sido autoras da pichação, mas entraram em contradição, visto que uma delas tinha respingos de tinta vermelha no sapato. Elas se identificaram como professoras e receberam voz de prisão.

Na delegacia, as professoras alegaram que estavam muito nervosas porque uma delas estava passando mal. Ambas foram liberadas, após assinarem termo circunstanciado de ocorrência.

A Sociedade Rural de Montes Claros, que administra o Parque de Exposições, lamentou a pichação do muro no local, por meio de nota.

– A Sociedade Rural de Montes Claros lamenta o ocorrido e tomará as devidas providências para reparar os prejuízos provocados no muro do Parque de Exposições João Alencar Athayde, desejosa de que ações como esta não se repitam, já que configuram crime – disse a entidade.

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