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Em RN, amigos descobrem que são irmãos separados há décadas

A descoberta se deu por meio de uma promoção de uma marca de chocolate

Monique Mello - 03/12/2021 11h15 | atualizado em 03/12/2021 12h06

Marcela Barbosa e Marco Medeiros Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Marcela Barbosa e Marco Medeiros, amigos há pelo menos sete anos, descobriram que sãos irmãos separados há mais de 30 anos. Os dois se conheceram em uma casa de praia e, depois, passaram a fazer parte do mesmo círculo social, em Natal (RN).

A descoberta se deu de uma forma inusitada. Marco decidiu participar de uma promoção de uma empresa de chocolate. Para fazer o cadastro da promoção, era necessário informar a hora do nascimento, dado que Marco desconhecia.

– Foi quando eu fui perguntar para a minha mãe [a adotiva]. Ela me trouxe a pulseirinha do hospital, que marcava 18h50 – contou Marco, que sempre soube que era adotado.

Além do horário e do dia do nascimento, a pulseirinha também informava o nome completo da mãe biológica: Licélia Barbosa Carvalho. Após tirar uma foto da pulseira, o rapaz decidiu pesquisar o nome da mãe na internet e acabou encontrando um perfil em uma rede social.

– Não tinha informação, mas eu olhei em “amigos em comum” e foi aí que eu vi o perfil de Marcela – disse.

Na sequência, Marco mandou uma mensagem para a amiga perguntando se ela conhecia alguma Licélia Barbosa Carvalho. Marcela respondeu que não só a conhecia como se tratava de sua mãe.

– Ela [a mãe] teve mais um filho e deu para uma família que não podia ter filhos – disse Marcela.

Marco então revelou que o nome da mãe biológica também era Licélia Carvalho.

– Eu estou aqui me tremendo todinha – respondeu Marcela a Marco.

Licélia contou que não tinha condições de cuidar do segundo filho, após ser abandonada pelo marido durante a gestação. Desta forma, acabou optando por dar o filho a uma outra família.

– Eu era doméstica. Morava com minha prima, e ela não tinha condições de criá-lo também. Eu pedi a Deus todo dia: não me leve antes de eu ver meus filhos unidos. Para um ajudar o outro, dar um força – relatou.

De acordo com Ana Garcia, mãe adotiva de Marco, ela sempre incentivou o rapaz a buscar informações sobre a mãe biológica, mas ele tinha receio.

– Era medo de, [de] certa forma, magoar meus pais, [de] eles não gostarem de eu ir atrás da outra família. Poderiam achar que eu iria deixá-los de lado. Eu sempre ia empurrando [essa busca] com a barriga – disse Marco.

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