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Bate-boca marca aprovação de honraria a Ludmilla em Niterói

Câmara niteroiense aprovou a concessão do título de cidadã da cidade para a cantora

Paulo Moura - 04/03/2026 09h21 | atualizado em 04/03/2026 11h29

Discussão em sessão sobre homenagem a Ludmilla em Niterói Fotos: Reprodução/YouTube Câmara Municipal de Niterói // AgNews/Victor Chapetta

A aprovação do título de cidadã niteroiense à cantora Ludmilla provocou um bate-boca na Câmara Municipal de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (3). A proposta foi apresentada pela vereadora Benny Briolly (PSOL) e acabou aprovada por 8 votos a 6, mas a sessão acabou encerrada após forte discussão entre a psolista e a vereadora Fernanda Louback (PL).

Durante seu pronunciamento na Câmara sobre a honraria, Louback protestou contra a homenagem e lembrou de uma lei de sua autoria, sancionada pelo prefeito da cidade, Rodrigo Neves (PDT), que veta a realização de shows custeados com verba pública nos quais sejam apresentadas músicas que façam apologia ao crime organizado ou ao uso de drogas.

Apesar de a norma ter sido publicada em Diário Oficial no dia 24 de dezembro, Ludmilla cantou uma semana depois, no Réveillon niteroiense, a música Verdinha, cuja letra traz termos como “planta” e “pé”, além de frases como “tô vendendo a grama da verdinha a um real”, “eu tô vendo tudo girando” e “fiquei loucona, chapadona, só com a marola da juana”, vistas como claras referências à venda e ao consumo de maconha.

Enquanto Louback discursava contra a honraria para Ludmilla nesta terça, Benny passou a provocá-la, gravando vídeos para as suas redes sociais. Diante da situação, a vereadora do PL se irritou e pediu respeito ao seu momento de fala na tribuna. Após o bate-boca se agravar, o presidente da Casa, vereador Milton Cal (União Brasil), encerrou a sessão.

Há algumas semanas, Louback e outros vereadores do PL já tinham denunciado o show de Ludmilla no Revéillon de Niterói. O evento foi relacionado à Lei Municipal 4.097/2025, que proíbe o uso de recursos públicos para contratar ou divulgar apresentações voltadas a crianças e adolescentes com conteúdo que façam apologia ao crime ou às drogas.

Confira a discussão:

 

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