Bala é encontrada na cabeça de corretora morta por síndico
Daiane Alves Souza estava desaparecida desde 17 de dezembro e teve o corpo encontrado no dia 28 de janeiro
Paulo Moura - 02/02/2026 11h31 | atualizado em 02/02/2026 12h03

A investigação sobre a morte da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, ganhou novos detalhes, segundo uma reportagem exibida pelo programa Fantástico, da TV Globo, neste domingo (1°). A investigação do caso apontou que a vítima tinha um projétil alojado na cabeça, mas ainda não ficou claro onde Daiane teria sido morta.
Daiane desapareceu em 17 de dezembro, em Caldas Novas (GO), e o corpo só foi localizado no dia 28 de janeiro. O crime foi confessado pelo síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, que mantinha desavenças anteriores com a corretora. Apesar da confissão, a dinâmica do assassinato ainda não foi totalmente esclarecida.
Um dos principais pontos que seguem sem resposta é o local exato do crime. Nenhum morador relatou ter ouvido disparos no dia do desaparecimento, e a perícia não encontrou vestígios aparentes de sangue, nem no subsolo do prédio nem no veículo do síndico. A arma utilizada também não foi apresentada até o momento.
Durante as diligências, a polícia encontrou o celular da vítima escondido na tubulação de esgoto da garagem. A principal linha de investigação indica que Daiane pode ter sido morta no subsolo do edifício, e que o corpo foi transportado na caçamba da caminhonete do síndico até uma área de mata.
De acordo com a estimativa dos investigadores, toda a ação teria durado menos de oito minutos, desde a execução até a retirada do corpo do local. O caso veio à tona após Daiane ser vista pela última vez dentro do elevador, descendo até o subsolo para verificar a falta de energia em seu apartamento. No mesmo dia em que o corpo foi localizado, a Polícia Civil prendeu o síndico e o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira.
Um porteiro do prédio também chegou a prestar depoimento no caso, mas não é tratado como suspeito. Ele foi chamado à delegacia após a polícia identificar contradições em seu relato, especialmente porque o desaparecimento ocorreu no horário da troca de turnos, por volta das 19h do dia 17 de dezembro.
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