Leia também:
X “Não sou candidato”, diz Hélio Lopes sobre Prefeitura do Rio

Arolde de Oliveira: “O celular do Anderson do Carmo nunca esteve na minha casa”

Senador esclarece fake news envolvendo o nome da sua esposa

Natalia Lopes - 03/02/2020 13h45 | atualizado em 03/02/2020 19h39

Senador Arolde de Oliveira Foto: Agência Senado/Geraldo Magela

Há duas semanas o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) viu o nome de sua esposa, a empresária Yvelise de Oliveira, envolvido em uma fake news acerca do sumiço do celular do pastor Anderson do Carmo. O marido da deputada federal Flordelis foi assassinado no dia 16 de junho, logo após chegar em casa, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.

Procurado pelo Pleno.News, Arolde aceitou falar sobre o episódio. O senador explicou que no dia do assassinato, sua esposa enviou mensagens para Flordelis. O intuito era prestar condolências, uma vez que Flordelis é cantora contratada da gravadora de Yvelise. O retorno aconteceu com uma ligação de Flordelis por meio do celular do pastor Anderson.

A sua esposa ligou ou recebeu ligação do telefone do pastor Anderson do Carmo?
No dia do falecimento, a Yvelise tentou, muitas vezes, ligar para o telefone da Flordelis para prestar condolências. Ela não conseguiu e enviou uma mensagem. Poucos minutos depois, Yvelise recebeu uma ligação da deputada pelo celular do pastor, algo natural. Desde então, essa foi a única comunicação que a Yvelise teve com a deputada.

Em algum momento o telefone do pastor Anderson do Carmo esteve na sua residência?
Nunca. Nós nunca tivemos relacionamento familiar com o casal.

Qual a relação de vocês com o casal Flordelis e Anderson do Carmo?
As nossas relações sempre foram comerciais e artísticas. Há cerca de 10 anos, a Flordelis é cantora contratada da MK Music, gravadora presidida pela Yvelise. Então, era uma relação de carinho, mas profissional.

Senador acusa imprensa de fake news sobre telefone de Anderson do Carmo

Indignado com as suspeitas levantadas contra ele pelo Sistema Globo de Televisão, o senador Arolde de Oliveira, marido da empresária Yvelise de Oliveira, mais uma vez se posiciona sobre reportagem do telejornal RJ2, da Rede Globo. Segundo a emissora, investigações da polícia apontaram que horas após o assassinato de Anderson do Carmo, o aparelho do pastor esteve na casa de Arolde e foi conectado ao wi-fi da residência, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Leia a entrevista com o senador sobre as suspeitas infundadas ==> https://bit.ly/31qyBwr

Posted by Pleno.News on Monday, February 3, 2020

A sua esposa foi chamada a depor?
A Yvelise foi intimada para dar um depoimento. Seria no dia 21 de janeiro, mas ela não pode ir por questões médicas e estamos vendo uma nova data. Fazemos questão de prestar todo esclarecimento necessário sobre o assunto.

Por qual motivo o senhor acha que levantaram essa fake news?
O jornalismo hoje está muito irresponsável, sempre buscando algum fato relevante para ganhar minutos de holofote. É um processo muito pirotécnico e midiático. Então, os jornalistas do Sistema Globo de Televisão fizeram a fake news para atingir a mim e a minha esposa. Estou há 37 anos como parlamentar e querem desconstruir a minha imagem. Envolveram a minha família para as pessoas pensarem que estamos envolvidos em práticas escusas.

Qual providencia foi tomada?
Contratamos um escritório de criminalística porque existe também o crime de vazamento de um inquérito que corre em segredo de Justiça. Eles estão preparando um material com todas notícias publicadas e vamos fazer uma ação de reparo por danos morais, injúria e difamação. Inclusive, eu apelo ao governador do estado, Wilson Witzel. Que ele apure o que aconteceu e exponha os responsáveis pelo vazamento. Isso é crime e as pessoas precisam ser punidas.

Leia também1 Senador se mostra indignado com suposta investigação
2 Delegada troca de posto e deixa caso Anderson do Carmo
3 Flordelis desabafa após 7 meses da morte do marido

WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.