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Aluno que fez ataque em escola ameaçou ex-colega de morte

Adolescente enviou mensagens dizendo que mataria ex-colega e a mãe dele

Paulo Moura - 29/03/2023 09h37 | atualizado em 29/03/2023 10h13

Policial na frente de escola onde aluno matou professora Foto: EFE/ Isaac Fontana

O adolescente que matou uma professora e feriu outras quatro pessoas a facadas na Escola Estadual Thomázia Montoro, no bairro Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, já havia ameaçado um ex-colega de escola por meio de mensagens de WhatsApp no dia 7 de fevereiro deste ano. O alvo era um aluno da Escola Estadual José Roberto Pacheco, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

O autor do ataque na Escola Estadual Thomázia Montoro na última segunda-feira (27) frequentou a Escola Estadual José Roberto Pacheco até a primeira semana de março, quando foi transferido para a instituição escolar na Zona Oeste da capital. Nas mensagens, além de intimidar o ex-colega, de 12 anos, ele também ameaçou a mãe do adolescente.

– Sei quem é você. E estou atrás de você. Você vai morrer. Você tá f*****. Vou matar você e sua mãe f** – escreveu o adolescente que cometeu os ataques da última segunda.

Ao ex-colega, o garoto se identificou com o nome de um dos autores do massacre que aconteceu em uma escola de Suzano, em março de 2019. Ao final da conversa, de cerca de uma hora, a mãe da vítima assumiu o celular do filho e respondeu que levaria o caso à escola.

– Vou na escola hoje mostrar o tipo de conversa que você tem com as pessoas. Aqui ninguém tem medo de você não – escreveu a mãe.

Em resposta, o adolescente implorou por desculpas e pediu que a mãe do destinatário das ameaças não levasse o caso à gestão da escola.

– Desculpa, tia, foi mal de verdade. Eu peço desculpas pessoalmente, mas eu te peço, você não conhece meus pais, eu imploro, não faz nada disso não – pediu o adolescente que matou a professora na última segunda-feira.

SOBRE O CASO
Quatro professoras e um aluno foram esfaqueados dentro da Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, na manhã da última segunda-feira (27). O agressor foi um estudante de 13 anos, que foi contido pelos policiais. Uma das educadoras, identificada como Elisabete Tenreiro, de 71 anos, acabou falecendo.

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