Aluno de academia diz que ficou “impossível de respirar”
Eduardo Esteves Rossini expeliu sangue e precisou buscar atendimento médico
Mayara Macedo - 09/02/2026 14h56 | atualizado em 09/02/2026 17h55

Uma rapaz que fazia aulas de natação com Juliana Bassetto, que morreu após sair da piscina da academia C4 Gym, em Parque São Lucas, São Paulo, disse que o ambiente das aulas ficou “impossível de respirar” e que sentiu “queimar os pulmões”. A polícia acredita que ele tenha sido vítima de envenenamento causado por produtos químicos usados na limpeza do tanque.
– Jogaram alguma coisa que deu reação química. Sentimos queimar os olhos, nariz, garganta e pulmões. Ficou impossível de respirar – relatou o advogado Eduardo Esteves Rossini, de 37 anos, ao portal Metrópoles.
Ele contou também que havia um balde com cloro e outras substâncias misturadas perto da piscina.
Além da morte de Juliana, o episódio causou a internação do marido dela, que está em estado grave, e de um adolescente, que também está internado. No dia do ocorrido, último sábado (7), Rossini procurou um hospital e foi liberado. No entanto, ele precisou retornar à unidade de saúde por apresentar inflamação na garganta e por expelir sangue.
O advogado também desmentiu a academia, que disse ter prestado socorro.
– Ninguém ajudou em nada e não fizeram qualquer contato – afirmou.
Ainda de acordo com Rossini, Juliana e o marido estavam mais próximos do balde tóxico e, por isso, tiveram quadros de saúde mais graves. Juliana chegou a ser atendida, mas a situação evoluiu para uma parada cardíaca e ela não resistiu.
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