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Brasil representará Américas em grupo da OMS sobre pandemias

Grupo irá discutir projeto internacional para futuras emergências

Pleno.News - 07/02/2022 13h33 | atualizado em 07/02/2022 13h42

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos

No último sábado (5), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, celebrou a entrada do Brasil no Grupo de Negociação Intergovernamental (INB) criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O grupo irá discutir o projeto de instrumento internacional sobre pandemias. As informações são da Agência Brasil.

O ministro se manifestou por meio das redes sociais.

– O Brasil foi escolhido, por consenso, para representar as Américas em novo grupo criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para discutir projetos sobre pandemias. Apoiaremos firmemente o acesso justo e equitativo a medicamentos e demais tecnologias de saúde, em especial por meio da expansão das capacidades produtivas nacionais e regionais. Seguiremos também engajados a favor de medidas para fortalecer as capacidades nacionais de resposta a emergências, sempre com base em sistemas nacionais da saúde fortes e resilientes – disse Queiroga.

De acordo com a nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores na última quarta-feira (2), ao Brasil juntam-se África do Sul, Egito, Holanda, Japão e Tailândia.

As reuniões terão início neste mês. Ao fim do processo, em 2024, espera-se chegar a um novo instrumento que fortaleça a capacidade global para enfrentar futuras emergências sanitárias.

– O Brasil trabalhará em estreita colaboração com os países da região, buscando representar nossos interesses conjuntos de forma equilibrada e transparente. Trata-se de mais um reconhecimento internacional às contribuições do Brasil aos grandes debates mundiais, depois das eleições para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, para a Corte Interamericana de Direitos Humanos, para a Comissão de Direito Internacional e para a presidência da Conferência Geral da UNESCO, além do início formal do processo de acessão à OCDE – comunicou o ministério.

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