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Barroso autoriza investigação de Temer durante recesso

Ministro permitiu a continuidade do inquérito devido ao recesso do Judiciário

Henrique Gimenes - 29/06/2018 15h00 | atualizado em 29/06/2018 15h09

 

Ministro Luís Roberto Barroso Foto: STF/Fellipe Sampaio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, autorizou, nesta sexta-feira (29), a Polícia Federal (PF) a manter as investigações contra o presidente Michel Temer. O prazo vale até a decisão sobre um pedido de prorrogação feito para o inquérito apura irregularidades na edição de um decreto com alteração de regras do setor de portos.

Nesta quinta-feira (28), a PF pediu, pela terceira vez, mais 60 dias de prazo. Como justificativa, o órgão informou que ainda não conseguiu terminar as investigações. A decisão de Barroso acontece devido ao recesso do Judiciário, que só acaba em agosto.

O ministro também chegou a pedir um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o inquérito e ainda determinou que o delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo caso, não pode ser retirado da investigação sem justificativas.

O processo em questão trata da edição de um decreto que alterou regras do setor portuário. A abertura foi pedida pela procuradoria-geral da República (PGR) ainda na gestão de Rodrigo Janot. Para a Procuradoria, há indícios de que Michel Temer teria cometido crimes de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro na edição do decreto. A empresa Rodrimar, que atua no porto de Santos, teria sido a beneficiada.

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