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Agustin Fernandez enumera o que faz Janja parecer “forçada”

Para o maquiador, a atual primeira-dama é "extremamente insegura"

Monique Mello - 20/05/2024 18h01 | atualizado em 22/05/2024 19h42

Janja da Silva Foto: José Cruz/ Agência Brasil

O maquiador e empresário Agustin Fernandez elencou três aspectos no comportamento da primeira-dama, Janja da Silva, que a fazer parecer extremamente insegura. Em um vídeo publicado no Instagram neste domingo (19), o maquiador citou as antecessoras da mulher do presidente Lula, Michelle Bolsonaro e Marcela Temer.

Segundo Agustin, o primeiro comportamento identificado em Janja é a “busca excessiva por validação”.

– As pessoas interpretam normalmente uma forçação da parte dela para ser aceita, para ser bem vista, para ser valorizada, para que a existência dela seja percebida. É nada mais que a busca constante por validação. Quando a gente força de maneira artificial, atitudes, comportamentos e identidades visuais em procura da aceitação do outro, a gente acaba sendo visto como uma pessoa que está se esforçando à toa – disse.

O segundo aspecto levantando pelo empresário é a “necessidade de controlar”.

– A gente vê matérias em que constantemente ela interfere na agenda do marido, que ela quebra protocolos. E ela de fato está sempre ali não como a esposa, não como a primeira-dama, mas sempre se posicionando como uma pessoa que tem um certo poder, uma certa influência, um certo controle da situação, quando na verdade “não” [tem controle].

Já o terceiro tópico, que para Agustin é muito nítido, é a comparação constante. É neste momento que entram as primeiras-damas anteriores.

– A comparação no ser humano, por natureza, é muito comum. A Michelle foi comparada com a Marcela Temer, e era óbvio que a Janja seria comparada com a Michelle e vice-versa – iniciou a explicação.

Segundo Agustin, Michelle Bolsonaro agiu como uma mulher segura, dando continuidade a um trabalho feito por Marcela Temer, atitude contrária a de Janja.

– A Michelle deu continuidade ao trabalho da Marcela Temer. Ela continuou com a Pátria Voluntária, por exemplo, enquanto o comportamento de uma mulher extremamente insegura é tentar eliminar tudo aquilo que representa uma pessoa, “que, para mim, é uma ameaça” – apontou.

– Janja eliminou uma simples obra de arte que tinha na entrada do Alvorada, que era uma orelha e representava a comunidade surda. Só que a comunidade surda é a própria Michelle Bolsonaro personificada. Então aquilo representava, de alguma maneira, uma ameaça, um sentimento de insegurança. “Eu preciso tirar este protagonismo para o meu aparecer”, quando na verdade não é bem assim – elucidou.

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