Leia também:
X Parlamentares comemoram a liberação de Anderson Torres

Acusados por bomba perto de aeroporto no DF são condenados

George Washington de Oliveira Sousa e Alan Diego dos Santos Rodrigues continuam presos

Pleno.News - 12/05/2023 07h47 | atualizado em 12/05/2023 11h21

Momento em que o empresário George Washington foi preso Foto: Reprodução/TV Globo

O gerente de postos de combustíveis George Washington de Oliveira Sousa e o ex-taxista Alan Diego dos Santos Rodrigues foram condenados, nesta quinta-feira (11), pela tentativa de atentado a bomba no Aeroporto de Brasília em 24 de dezembro do ano passado.

George Washington pegou nove anos e quatro meses de prisão e Alan Diego foi sentenciado a cinco anos e quatro meses, ambos em regime inicial fechado. Eles já estavam presos preventivamente e não vão poder aguardar os recursos em liberdade.

A condenação é por três crimes: expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outro (ambos); causar incêndio em combustível ou inflamável (ambos); porte ilegal de arma de fogo e artefato explosivo ou incendiário (apenas George Washington). A decisão é do juiz Osvaldo Tovani, da 8ª Vara Criminal de Brasília, que destacou que o crime foi premeditado.

– Os acusados se conheceram no acampamento montado em frente ao QG do Exército, onde permaneceram por longo período, e há informação de que as emulsões explosivas vieram do Pará, a pedido do acusado George, na posse de quem foram apreendidas cinco emulsões explosivas – escreveu.

A denúncia do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) atribuiu a George Washington a montagem da bomba e a Alan Diego a instalação do explosivo em um caminhão de combustível, carregado de querosene de aviação. A perícia apontou que o artefato não explodiu por um erro de montagem. A sentença afirma que, embora o atentado tenha fracassado, o crime foi “consumado”.

– Em que pese não ter havido detonação da carga explosiva e, por consequência, a explosão, segundo a perícia, por erro de montagem, trata-se de crime consumado, o que afasta a tese de crime impossível – diz outro trecho da decisão.

O juiz também decidiu mantê-los presos preventivamente. Ele considerou que o caso demonstra “periculosidade concreta” e que a manutenção da prisão decorre da “necessidade de preservar a ordem pública”. O terceiro envolvido no caso, Wellington Macedo de Souza, não foi julgado pelo juiz. Isso porque o processo foi desmembrado.

*AE

Leia também1 Prejuízo líquido de dona da Riachuelo sobe no 1º trimestre
2 Parlamentares comemoram a liberação de Anderson Torres
3 Lula relata dor no fêmur e diz tomar injeção todos os dias
4 Anderson Torres deixa prisão após decisão de Moraes
5 Mulher de 46 anos morre após lipoescultura; biomédica é presa

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.